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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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Como os pesticidas estão a destruir os solos portugueses

Mäyjo, 18.02.15

Como os pesticidas estão a destruir os solos portugueses

Uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro concluiu que as misturas de pesticidas utilizadas na agricultura para combater as pragas estão a provocar efeitos colaterais nos organismos que regeneram o ecossistema terrestre. Segundo o estudo, citado pelo jornal i, estes pesticidas estão a colocar em causa a saúdo dos solos portugueses.

Um dos exemplos é o chamado “remédio dos caracóis” que, para além do alvo principal, acaba por matar bichos-de-conta, minhocas e outros invertebrados benéficos para o solo.

Esta é uma das muitas pesquisas que aponta para o facto de os solos em Portugal enfrentarem problemas de sustentabilidade. Nos últimos dez anos, a qualidade dos solos portugueses caiu e a aridez aumentou por causa das alterações climáticas.

Segundo o estudo, que se baseia em dados de 2001, 20,4% dos solos portugueses encontravam-se “muito degradados” e 11,8% estão “degradados”. Só 35,7% são considerados produtivos e 20,5% maduros. Por outras palavras: mais de um terço do território nacional apresenta sinais de degradação.

O Alentejo, as regiões Centro e Norte, especialmente junto à linha de fronteira com Espanha, são as zonas mais preocupantes. Por outro lado, 52% dos solos apresentam “grande ou elevada susceptibilidade de desertificação”.

Foto: r PhillipC / Creative Commons

Arco do Triunfo

Mäyjo, 18.02.15

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Arc de Triomphe

Paris, França

48.8738°N 2.2950°E

 O Arco do Triunfo, em Paris, França, está localizado no centro de doze avenidas que irradiam a partir dele.

Devido a numerosos atrasos, incluindo a abdicação de Napoleão, a construção do monumento levou quase 30 anos para ser concluído.

Este é um bom exemplo de uma planta radioconcêntrica.

Guarda: descargas poluentes no rio Diz acontecem há anos e não têm solução prevista

Mäyjo, 18.02.15

Há vários anos que é descarregado um poluente industrial de uma fábrica têxtil nas águas do rio Diz, um afluente do rio Noéme, na Guarda, e ainda não foi encontrada solução para o problema.

Segundo a Quercus, o efluente industrial provém de uma empresa têxtil que se dedica à lavagem de lãs e fiação de mesclados de lã e acrílico, sendo que o processo gera águas residuais. Apesar de a empresa possuir uma estação de tratamento para as águas, segundo refere a Quercus em comunicado, a ETAR tem-se revelado insuficiente para o tratamento das águas poluídas e têm ocorrido descargas directas para o rio Diz.

Para tentar resolver o problema, o Núcleo Regional da Guarda da Quercus propôs a marcação de uma reunião com o novo executivo da Câmara Municipal da Guarda sobre o assunto. Porém, até ao momento, o núcleo ainda não teve qualquer resposta.

No sentido de pressionar as entidades competentes para solucionarem o problema, a Quercus iniciou um abaixo-assinado, que conta com o apoio de várias juntas de freguesia por onde o rio Noéme passa. Está também agendada uma caminhada pelo mesmo rio para o próximo dia 23 de Março, como forma de protesto cívico perante a situação.